sábado, 8 de setembro de 2012

Incluir !

"Somos diferentes, mas nao queremos ser tranformados em desiguais. As nossas vidas só precisam ser acrescidas de recursos especiais". (Peça de teatro: Vozes da consciencia, BH)

domingo, 29 de julho de 2012

Tecnologias a favor da inclusão

Explorando O Programa  falador com o aluno Aleff que apresenta PC.

O Falador é um programa que lê qualquer tipo de arquivo de texto para você. Com ele, você poderá escutar tudo o que está escrito em sites, documentos, e-mails em questão de segundos.
O programa é muito simples de utilizar. Basta selecionar o texto que você queria que o programa leia e colá-lo na Área de Transferência do programa. Existem as opções de voz masculina ou feminina, ou seja, além de ser útil, o Falador também pode ser uma ferramenta para brincar com seus amigos.

Projeto sobre Inclusão


UNICID - UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO

Marta Kerly dos Santos Almeida
Especialização em Educação Inclusiva

Inclusão Educacional: Um desafio para família, escola e comunidade

1 Tema:
Inclusão Educacional

2 Problematização/ Situação-problema
A educação inclusiva ganhou ao longo dos tempos maior espaço dentro da sociedade. Apesar de ter adquirido um status privilegiado na educação a inclusão de fato deixa desejar, isso porque família, escola e sociedade ainda não tem um conceito formado do que é a inclusão. Enquanto alguns acreditam que a inclusão é acesso e igualdade de ensino, há pessoas que pensam que seja apenas a inserção dessas crianças na classe comum. A educação inclusiva é bem mais do que o simples acesso a escola, e para que a prática educativa e inclusiva se concretize é necessário que a escola, a família, e sociedade tenham conhecimento do que é inclusão para assim poderem romper os preconceitos e a exclusão, e juntas possam promover práticas educativas inclusivas.

3 Justificativa
Considerando que a escola deve caminhar rumo à educação para todos, é valido salientar que a mesma necessita apropriar-se de métodos e praticas que esteja voltada a inclusão dos alunos portadores de necessidades educacionais especiais valorizando e trabalhando sempre suas necessidades. A inclusão começa na escola, então entende-se que esta deve proporcionar e definir a participação do aluno de forma que não haja espaço para exclusão. É a experiência da criança com necessidades especiais na escola que proporciona a ela desenvolvimento de suas capacidades e habilidades. A relação que escola vai estabelecer com a família e a comunidade é o intercambio primordial já que essas crianças aprendem com o contato do mundo real, é nesse intercambio que a criança vai encontrar alicerces para se desenvolver.

4 Objetivos
4.1 Objetivo Geral
Ampliar a participação das crianças portadoras de necessidades educacionais especiais na rede regular de ensino.

4.2 Objetivos Específicos
·         Abordar o sujeito e suas singularidades, oferecendo autonomia e melhor qualidade de vida;
·         Promover o desenvolvimento da aprendizagem sem desigualdades;
·         Investigar e trabalhar as bases para educação inclusiva que são a família, a escola, a comunidade;

5 Hipóteses
Partindo da problematização que a educação inclusiva apesar de ter conquistado um espaço na educação, a mesma ainda deixa muito a desejar seja pela falta de comprometimento por parte da escola, seja pelos problemas de autonomia vivenciados pela família, ou até mesmo pela exclusão banalizada que sociedade prática quando se refere aos portadores de necessidades educacionais especiais. A hipótese aqui discutida é que a inserção desses alunos na rede regular de ensino só se concretizará, quando tanto a escola, como a família e a comunidade tiverem convicção do que é a inclusão.

6 Fundamentação Teórica
            Falar da educação como processo cultural é imprescindível tendo em vista que a mesma estrutura-se enquanto cultura em nossa sociedade. Por tanto falar de inclusão nos remete a refletir sobre todo o processo de educação inclusiva, tendo em vista os inúmeros casos de fracasso escolar relacionados à inserção de alunos portadores de necessidades educacionais especiais.
Isso porque muitas vezes a escola ainda não se modificou para atender essa clientela e além de despreparo físico, não dispõe de professores preparados. O ideal seria que as escolas elaborassem metas em seu projeto politico pedagógico e na sua rotina diária que se voltasse para a inclusão desses alunos, apoio a família e instruções à sociedade. Glat e Duque, 2003. p.18-19).          

Os profissionais --- mesmo não sendo da área “psi” – devem abrir espaço para que os pais possam trazer suas dúvidas,  frustrações e ansiedades, a fim de que esses sentimentos sejam trabalhados e não os imobilizem. Ao mesmo tempo é necessário também fornecer a essas famílias, independente de sua condição sócio-econômica e cultural, informações precisas e atualizadas sobre a condição de seu filho, buscando com eles alternativas de atendimento e orientando-os nas situações-problema do dia a dia.

Assim como necessitamos de famílias comprometidas com a inclusão dessas crianças, precisamos também de escolas comprometidas e para que a inclusão aconteça, a escola enquanto instituição social tem como dever orientar todas as bases que envolvem esse processo, e dar apoio a família incentivando-a sempre que possível. Nesse sentido tanto a escola, como a criança especial e sua família precisarão vencer suas frustações, medos, limitações e ir à busca de um único objetivo que é o direito igual para todos.
           
7 Metodologia da Pesquisa
            Para o desenvolvimento do trabalho de pesquisa far-se-á uso de análises bibliográficas e coletas de dados mediante entrevistas realizadas com a escola, família e comunidade.
Será uma pesquisa exploratória, onde a coleta de dados será por mediação de um questionário, com questões abertas e fechadas, que será aplicado aos envolvidos citados acima.



8 Cronograma
                                               Mês
Atividades
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Pesquisa bibliográfica
X
X




Elaboração do experimento

X




Análise dos dados


X



Elaboração do artigo


X
X
X

Apresentação





X


9 Referências
BRASIL. Ensaios pedagógicos. Brasília: Ministério da educação, Secretária de Educação Especial, 2007.


GLAT, R. Somos iguais a vocês: depoimentos de mulheres com deficiência  mental. Rio de Janeiro: Editora Agir, 1989.


_____________; & DUQUE, M. A. T. Convivendo com filhos especiais: o olhar paterno. Rio de Janeiro: Editora Sette Letras, 2003.


RAPOLI, Edilene Aparecida. A escola comum inclusiva. Universidade Federal do Ceará, 2010.

Dicas de sites educativos

A tecnologia aliada a sala de aula no processo educacional

Sites infantis educativos

http://www.monica.com.br/
http://guide.opendns.com/
http://www.clubkids.com.br/
http://www.abcdaenergia.com/
http://www.divertudo.com.brhttp://www.disney.com.br/index_flash.html
http://www2.uol.com.br/ecokids/
http://www.smartkids.com.br/
http://www.tiogui.com.br/
http://www.duende.com.br/
http://www.duende.com.br/
http://jogoseducativos.jogosja.com/default.aspx
http://www.pequenoartista.com.br/pa/default.aspx
http://iguinho.ig.com.br/
http://www.kidleitura.com/

Atividades na pratica

As atividades são planejadas de acordo com as necessidades especificas de casa aluno!
O atendimento é realizado em pequenos grupos, quando as necessidades coincidem e individualmente. Na culminância dos projetos costumamos reunir todos os alunos e seus familiares para melhor socializar o trabalho.

momento do atendimento aos alunos surdos. Aula de Libras

Kellyelson nosso aluno com Sindrome de Dawn..

Para trabalhar as necessidades especificas dos alunos , não existem formulas prontas, atividades prontas, assim como o saber é um processo inacabado, também é a capacidade de desenvolvimento dessas crianças. Cabe ao professor buscar formas, usar sua criatividade para adaptar materias e atividades para melhor desenvolvimento dos seus alunos. Hoje existe as tecnologias assistivas, programas, softwares educativos e etc,  que são grandes aliadas do processo eucacional.



AEE - Atendimento Educacional Especializado na Sala de Recursos Multifuncional
A atual Lei de Diretrizes e Bases para a Educação Nacional, Lei nº 9.394, de 20/12/1996, trata, especificamente, no Capítulo V, da Educação Especial. Define-a por modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para pessoas com necessidades educacionais especiais. Assim, ela perpassa todos os níveis de ensino, desde a Educação Infantil ao Ensino Superior.


Foto: Projeto Festa Junina, brincadeira tiro ao alvo.

domingo, 1 de julho de 2012