domingo, 27 de maio de 2012



Experiência com a Educação Inclusiva
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A primeira coisa que nos vem a cabeça ao falar sobre experiências voltadas para a educação inclusiva são os obstaculos, eles existem e não são poucos as vezes não existe formação
continuada dos professores e demais profissionais envolvidos nesse processo, falta estrutura  materiais didáticos pedagógicos e adaptados pra necessidade de cada aluno; a desestruturação familiar de alguns alunos, a falta de políticas públicas eficientes para este tipo de demanda. Emfim os obstaculos são muitos, mais é necessario ter objetivo sempre em mente, e fazer sua parte é claro que os resultados sempre vão deixar a desejar pois até mesmo o ambiente escolar ainda é limitado pra atender essa clientela. Ao lidar com a inclusão na minha escola percebo o quanto nos falta e o quanto estamos deixando a desejar, muitas vezes não por nossa culpa, mais por uma gama de problemas que se correlacionan-se entre si. É importante a equipe da escola está consciente de que independentemente de sua escola está estruturada ou não, o primordial é ela fazer com com esses alunos se sintam acolhidos, amados e percebidos como parte integrante da escola. Foi a partir desse pensamento que passei a me envolver melhor e desenvolver atividades adaptadas a necessidade de cada aluno.

Olá pessoal! Minha escola está trabalhando o projeto Festa Junina, e estou postando aqui um plano de atendimento(aula) sobre o mesmo... Procurei trabalhar com jogos educativos, a experiência foi otima, o aluno desenvolveu bem a atividade... Segue o plano abaixo



1. Dados de Identificação:
Site: http: http://www.smartkids.com.br/jogos-educativos/jogo-da-memoria-festa-junina.html
Atividade do site:smartkids
Período de desenvolvimento da atividade:2 dias
2. Características sensório-cognitivas exigidas para a realização da atividade: Memória, Sequencia lógia, coordenação, noção de espaço.

3. Habilidade a ser desenvolvida: Percepção visual, desenvolvimento e maturação da memoria, coordenação motora.

4. Objetivos:
  • identificar figuras iguais e desenvolver a localização espacial e a quantificação das cartas tanto por meio da contagem como da comparação do tamanho dos montes.
  • Proporcionar envolvimento da crianças com as tecnologias;

5. Conteúdo:
  • Festa Junina;
  • Os números naturais;


6. Desenvolvimento da atividade:
Exploração através de conversa sobre as festas juninas, apresentação do jogo, realização do jogo, contagem de cartas e do número dos erros e acertos.
7. Recursos de apoio (por exemplo, tecnologia assistiva):Sala de recursos multifuncional: Computador, adaptador de mause e do teclado(colmeia), internet (jogos educativos)
8. Estratégias de acompanhamento da atividade: A atividade foi realizada com um aluno portador de necessidades educacionais especias, diagnosticado por paralisia cerebral, o que não impede de trabalhada com alunos surdos, com deficiência intelectual ou outras.
9. Observações:
O site foi escolhido pra dar continuidade ao trabalho que já vem sendo realizado em sala de aula que é projeto Festa Junina.
O aluno realizou o jogo e se envolveu de forma satisfatória.






quarta-feira, 16 de maio de 2012

Atividades educativas.com.br

Varias atividades para trabalhar a inclusão!

http://www.atividadeseducativas.com.br/index.php?lista=educa%E7%E3o-especial
INCLUSÃO: TUDO COMEÇA NA FAMÍLIA E NA ESCOLA

INCLUSÃO: TUDO COMEÇA NA FAMÍLIA E NA ESCOLA

   
        Como falar de Inclusão numa sociedade tão exclusiva? Como de repente deixar para trás, estigmas, preconceitos, estereótipos, tabus, barreiras, que se perpetuam na História Humana desde a origem do Homem? Como esquecer subitamente tudo o que a pessoa com deficiência vem sofrendo no decorrer de suas vidas simplesmente porque o mundo globalizado e porque não dizer a era contemporânea resolveu adotar nos seus sistemas educacionais, uma educação inclusiva, uma escola onde caibam todos os mundos, abrindo as portas para todos?


       É muito fácil traçar modelos, paradigmas, criar novas terminologias, novas diretrizes e metas quando se está bem distante da realidade de um sistema educacional que vive no naufrágio, onde todos desejam nos seus discursos políticos uma educação de qualidade para todos, mas que na prática não acontece.
      Já se fazem alguns anos passados que grandes encontros, congressos, seminários e conferências a nível mundial mostraram em seus documentos a necessidade de incluir pessoas com deficiências no convívio entre os ditos alunos normais. Isso portanto não é nenhuma novidade, nenhum algo extraordinário, que venha causar tanta referência, tanto embaraço por parte ainda de alguns professores dentro do contexto educacional.
      A Inclusão acontece dentro de cada pessoa. No momento em que nasce um ser com deficiência e este ser é acatado, aceito, amado lá no momento da concepção, da gestação, do nascimento, do pós-nascimento, já no seio familiar inicia o processo inclusivo.  Este primeiro momento é o grande momento da inclusão. Todos os outros momentos são conseqüências                                                                                                                                                                                                              deste primeiro momento que é essencial. Isso que se retrata trata-se do quadro de deficiências congênitas ocasionadas por causas pré-gestacionais, pré-natais, e perinatais. Sem deixar de enfatizar as deficiências pós-natais, isto é, adquiridas, que quando surgem, abalam de tal modo as famílias que indo a procura de ajuda nas Instituições, chega todo mundo junto, pai, mãe, avô, avó, tio, tia, esposo, esposa, quando não, até o animal de estimação da casa. Fica repleta de pessoas a sala do gestor. Muitos casos vitimados por balas perdidas, acidentes de trânsito, uso indevido de medicamentos, traumas, dentre outros.
     Sabe-se que a figura da mãe é o visível e o invisível deste processo. Porque sendo a maior educadora de todos os tempos, e o ser deficiente sendo aceito por ela, a inclusão já brota do útero materno isto é, do mundo interior para o mundo exterior. Com este primeiro passo, com certeza acontecerá o fluir de uma chama que se acende na luta pela inclusão dentro de uma sociedade que exclui, que ameaça, que rejeita, que magoa, que fere aquela mãe no mais íntimo de suas entranhas para proteger aquele ser tão inseguro, tão indefeso, que busca calor humano, afeto, uma escola amiga, de professores amigos, acolhedores, que possam criar laços de amizade e de afetividade com seu filho, para acontecer o processo de ensino e de aprendizagem.




¹ Mestrado em Educação Especial. Especialização em Educação Especial e Deficiência Mental. Especialização em Administração Escolar e Especialização em Deficiência Visual, Auditiva, Mental e Múltiplas. 

Por Luiza de Marilac Batista de Carvalho

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Essa equipe luta pela Educação Inclusiva...
Girlene aluna surda, Elane professora surda de LIBRAS, Cecília, Socorro professora do AEE e Eu.
Inclusão nem sempre é uma tarefa fácil e vendo por parte da escola é algo atormentador quando vivenciada em primeira instancia por parte dos professores que se acham incapazes de realizar uma pratica que contemple as crianças com necessidades educacionais especiais.